19/11/2017

A ILHA DA FANTASIA, UM LUGAR ONDE QUASE TODOS OS SONHOS ERAM POSSÍVEIS

 
Fantasy Island (A Ilha da Fantasia) é uma série norte-americana produzida por Aaron Spelling e Leonard Goldberg. Estreou no canal norte-americano ABC em janeiro de 1978. Foi encerrada em 1984, após seis temporadas e 157 episódios.
Exibida inicialmente pela Rede Globo entre o final dos anos 70 e início dos 80, A Ilha da Fantasia fez um sucesso relativo no Brasil. Tanto que chegou a ser reprisada diversas vezes.
A série conta a história de uma ilha paradisíaca (por sinal, muito parecida com o Havaí), onde os visitantes podiam ter todos os seus sonhos realizados. Eles eram recebido pelo anfitrião Sr. Roarke e seu ajudante Tattoo, um anão que logo conquistou o público pela simpatia. Interessante é que nem sempre os sonhos se realizavam de acordo com as intenções do visitantes, deixando-lhes muitas vezes importantes lições sobre a vida.
Com o ator mexicano Ricardo Montalbán (Sr. Roarke) e o francês Hervé Villechaize (Tattoo), A Ilha da Fantasia tinha apenas dois personagens no elenco fixo. Os episódios sempre começavam com o pequeno Tattoo batendo um sino e anunciando: “Um avião, um avião!”. Eram nesses aviões que chegavam os visitantes, recebidos com coroas de flores e drinques pelo anfitrião. Enquanto tomavam suas bebidas, Sr. Roarke explicava para Tattoo (e todos os telespectadores,obviamente) o que cada um iria fazer na Ilha da Fantasia.
A série contou com a participação de diversos atores famosos, entre os quais Sammy Davis Jr., Sonny Bono, Dick Sargent, Dick York (lembrando que os dois últimos interpretaram o personagem James no seriado A Feiticeira)...
A série foi refilmada em 1998, com Malcolm McDowell no papel de Sr. Roarke, mas logo foi cancelada em virtude da indiferença do público (para ser franco, ela não possuía o charme da primeira).

18/11/2017

SHE-RA, A PRINCESA PROTETORA DO PLANETA ETHERIA

 
O sucesso da série animada He-Man e os Mestres do Universo inspirou a Filmation Studios/Mattel a lançar uma versão feminina do personagem. Foi assim que surgiu She-Ra, cujo episódio de estreia chegou na TV dos Estados Unidos em setembro de 1985.
Com 93 episódios de 30 minutos, She-Ra contava a luta da princesa Adora e seus amigos contra os tiranos da Horda, comandada pelo vilão Hordak.
Filha do rei Randor e da rainha Marlena e irmã de Adam (He-Man), Adora nasceu no planeta Eternia. Foi criado em Etheria, onde acaba se aliando ao grupo de Hordak contra os rebeldes. Mas, influenciada por He-Man, descobre ser a Horda a verdadeira vilã. O detalhe é que He-Man estava de passagem por Etheria para entregar a espada de Grayskull a seu verdadeiro portador, que em essência devia ser uma pessoa boa. Quando ele é feito prisioneiro da Horda, Adora ergue a espada e grita “Pela honra de Grayskull” e se transforma em She-Ra.
Os primeiros cinco episódios foram exibidos num longa-metragem para o cinema, com o título O Segredo da Espada Mágica. Conta justamente como a vilã Adora descobre ser irmã de He-Man e se rebela contra as forças de Hordak.
A série entrou no ar no Brasil em programas como Xou da Xuxa, Xuxa Park e TV Colosso. A última vez em que She-Ra foi exibida foi no canal infantil por assinatura Gloob.
Em dezembro de 1985, foi exibido um especial chamado O Natal de He-Man e She-Ra, com quase uma hora de duração. Nele, os irmãos Adam e Adora vem para a terra em busca do mago Gorpo, que se perdera em nosso planeta.
A lista de produtos licenciados é imensa: gibis, cadernos, mochilas, decoração de festas e, obviamente, bonecas. O detalhe é que She-Ra não fez tanto sucesso quanto He-Man. As vendas foram menores em comparação com seu irmão de Eternia.

16/11/2017

3 MÚSICAS PARA LEMBRAR DO CREEDENCE CLEARWATER REVIVAL



Formada na localidade de El Cerrito, no estado norte-americano da Califórnia, o Creedence Clearwater Revival foi uma bande de country rock de grande sucesso entre o final dos anos 1960 e o início dos 1970.
A formação original contava com John Forgety, Tom Forgety, Stoo Cook e Doug Clifford. Detalhe: eles tocavam juntos desde 1959, só que com outras denominações. Adotaram o nome Creedence Clearwater Revival somente em 1967.
Lançaram o primeiro álbum, sem título, em 1968. O sucesso foi estrondoso, levando a banda a ganhar o primeiro disco de outro.
Ao longo da sua curta carreira, a banda conquistou diversos discos de ouro e platina. Venderam em torno de 26 milhões de discos.
O Creedence Clearwater se dissolveu em 1972, mas nunca saiu da memória dos fãs e admiradores. Talvez tenha sido por isso que os integrantes remanescentes lançaram uma nova banda, chamada Creedence Clearwater Revisited.
Um dos países onde o Creedence Clearwater Revival possui maior número de admiradores é o Brasil. Tanto que em sua mais recente turnê, o Creedence Clearwater Revisited visitou diversas cidades. Em carreira solo, John Forgety também tem sido muito bem acolhido por aqui.
Segue abaixo três grandes sucessos da banda:






15/11/2017

AS RECEITAS APETITOSAS DO PROGRAMA A COZINHA MARAVILHOSA DE OFÉLIA

 
Os livros de receitas mais vendidos das últimas décadas são Receitas de Dona Benta e A Cozinha Maravilhosa de Ofélia, sendo esse último uma coletânea com algumas das melhores receitas da apresentadora Ofélia Anunciato.
O Cozinha Maravilhosa de Ofélia estreou na TV Bandeirantes em 1968. Como o próprio nome indica, tratava-se de um programa de culinária que a cada dia apresentava um prato diferente. Além de mostrar as suas receitas, a sempre simpática Ofélia surpreendia os espectadores com dicas e truques de cozinha.
A paulista Ofélia Anunciato nasceu na cidade de Itatiba em 1924. Começou a se tornar famosa em 1958, quando iniciou a publicação de suas receitas em jornais como A Gazeta (São Paulo) e A Tribuna (Santos). Com o sucesso da coluna foi convidada pela TV Tupi para apresentar um quadro de culinária dentro do Revista Feminina, o primeiro programa voltado exclusivamente para o público feminino da TV brasileira.
O Revista Feminina permaneceu no ar durante 10 anos. Foi quando a Band convidou Ofélia para apresentar um programa sobre culinária, batizado de Cozinha Maravilhosa de Ofélia. O detalhe é que, a não ser a pedido do telespectadores, ela nunca repetiu uma receita. O Cozinha Maravilhosa tornou Ofélia uma celebridade nacional. Inspirou diversas culinaristas e deu o pontapé inicial para Etty Fraser, Daniel Bork, Palmirinha, Bela Gil e outras estrelas da cozinha mostrada na TV.
O Cozinha Maravilhosa de Ofélia saiu definitivamente da grade da Band em 1998, quando a apresentadora sofreu um ataque cardíaco e veio a falecer. Ofélia pode ter saído definitivamente de cena, mas seu livro continua vendendo como água.

SYLVINHA, A VOZ MARCANTE QUE EMBALOU MUITOS RITMOS


Entre os grandes ídolos dos tempos da Jovem Guarda estão Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Wanderley Cardoso, Os Vips, Martinha, Eduardo Araújo e Sylvinha, entre outros.
Silvia Maria Vieira Peixoto Araújo, ou simplesmente Sylvinha, nasceu em Mariana (MG) em 1951 e faleceu em São Paulo, em 2008). Começou sua carreira no início dos anos 60, quando se apresentou no programa do Chacrinha. Mais tarde, apresentou em parceria com Eduardo Araújo um programa chamado O Bom. Aliás, Sylvinha e Eduardo se casaram em 1969 e tiveram dois filhos.
Feitiço de Broto, seu primeiro compacto, foi lançado e 1967. Entre os seus maiores sucessos está a música Minha Primeira Desilusão.
Com voz marcante, Sylvinha gravou versões de diversas músicas conhecidas, entre as quais Paraíba, de Luiz Gonzaga, que recebeu elogios eloquentes da crítica.
O auge da carreira da cantora ocorreu entre 1967 e 1973. Ela praticamente gravava discos todos os anos, intitulados apenas Silvinha. Após uma pausa de cinco anos, lançou um trabalho novo em 1978. Feita mais uma pausa, voltou a gravar em 1983. O último álbum de Sylvinha saiu em 2004, com o título Suave é a Noite.
O que pouca gente sabe é que Sylvinha emprestava com frequência a sua voz para a gravação de jingles. Foram cerca de 2 mil gravações. Outra curiosidade: ela atuou durante muito tempo como jurada do programa de calouros de Silvio Santos.

13/11/2017

O MEU PÉ DE LARANJA LIMA, O LIVRO QUE RENDEU TRÊS EMOCIONANTES NOVELAS

 
O Meu Pé de Laranja Lima é um romance juvenil de autoria do escritor fluminense José Mauro de Vasconcelos. Foi traduzido para 52 línguas e publicado em cerca de 20 países, sendo adotado por escolas e, com o decorrer do tempo, adaptado para os quadrinhos, teatro, cinema e televisão.
Foram produzidos dois filmes e três novelas sobre a história que, como muitos sabem, foi inspirada na infância do autor. A primeira telenovela foi exibida pela TV Tupi, em 1970; a segunda, pela TV Bandeirantes, em 1980; e a terceira, também pela Bandeirantes, em 1998.
O Meu Pé de Laranja Lima conta a história de um garoto chamado Zezé, que vivia numa família pobre e numerosa. O pai era desempregado, e a mãe trabalhava numa fábrica. Eram os irmãos mais velhos que cuidavam dos mais novos, sendo Godoia, uma das irmãs, a que mais adorava Zezé. E, por sua vez, cuidava do pequeno Luís, a quem chamava de “rei Luís”. Um dos personagens mais interessantes é o português – a quem Zezé chama de Portuga –, que tem papel importante na história.
A última adaptação para a TV foi escrita por Ana Maria Moretzson e dirigida por Del Rangel e Giuseppe Oristânio. Contou com Caio Romei (um garoto ruivinho que fez o papel de Zezé), Gianfrancesco Guarnieri, Rodrigo Lombardi e Regiane Alves, entre outros atores. Com apenas 101 capítulos, foi exibida entre o final de 1998 e início de 1999.
Nas adaptações anteriores para a TV, Zezé foi interpretado por Haroldo Botta e Alexandre Raymundo. Mas o elenco com maior número de estrelas foi a primeira versão, de 1970, que contava com Eva Wilma, Cláudio Côrrea e Castro, Bete Mendes, Carlos Zara, Denis Carvalho, Nicette Bruno e novamente Gianfrancesco Guarnieri.
O Meu Pé de Laranja Lima é um livro emocionante, que rendeu belíssimas atrações para a TV e o cinema. E que, sem sombra de dúvida, ainda será conhecido das novas gerações.