14/03/2018

UM DOS MAIS IMPACTANTES ÁLBUNS DA HISTÓRIA DO QUEEN: A NIGHT AT THE OPERA



Formado por Brian May, Freddie Mercury, Roger Taylor e John Deacon, o Queen foi uma das mais populares bandas de rock britânico dos anos 1970 e 1980. Surgiu propriamente em 1970, e lançou o primeiro álbum em 1973.
Até a morte de Freddie Mercury, em 1991, a banda lançou 13 álbuns de estúdios. Os mais impactantes talvez tenham sido A Night at the Opera, de 1975, e News of the World, de 1977.
O detalhe é que A Night at the Opera continha uma canção com forte influência clássica, fazendo os executivos da gravadora em que foi lançado torcerem o nariz para ela. Eles imaginaram que por não possuir refrão e por ter uma influência lírica, ela jamais faria sucesso. Mas não foi o que aconteceu.
A canção se chamava Bohemian Rhapsody, talvez a mais bela e impactante música gravada pelo Queen.
Além de Bohemian Rhapsody, o álbum A Night at the Opera contêm outras duas canções que entraram para sempre no repertório de shows do grupo: You Are my Best Friend e Love of my Live. Não podemos esquecer que I’m in Love With my Car se tornou também um hit na época em que foi lançada.
A Night at the Opera fez um sucesso estrondoso, conquistando o primeiro lugar nas vendas de discos de diversos países, entre os quais Reino Unido, Austrália, Nova Zelândia e Holanda. Nos Estados Unidos, conquistou o primeiro lugar na parada da revista Bilboard.
Temos que lembrar que ele foi eleito como um dos 1001 discos do livro 1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer, elaborado por diversos críticos musicais.
Dizem que Freddie Mercury escreveu Bohemian Rhapsody sozinho. Não foi uma música que surgiu de repente, mas composta aos poucos. Os primeiros acordes no piano surgiram ainda no final dos anos 1960. Pois ela teve um impacto tão grande que foi regravada por diversos artistas, inclusive numa parceria inusitada entre Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden) com a cantora de ópera Montsserat Caballé.
Se quiser formar uma discoteca básica do rock dos anos 70, inclua News of the World, mas não esqueça de A Night at the Opera. Ele é um disco essencial para entender o rock como um todo. Um rock que tolera a experimentação e agrada pela sonoridade diferente.

13/03/2018

QUEM DEU O QUE FALAR E O QUE ESTEVE EM MODA NO ANO DE 1980


 
O evento esportivo mais comentado de 1980 foi a olimpíada de Moscou, na então União Soviética. Milhões de pessoas se emocionaram com a bela e bem organizada abertura. A cerimônia de encerramento, então, fez muitas irem às lágrimas.

O Brasil era uma nação essencialmente católica. Para muitos brasileiros da época, o maior evento do ano foi a visita do papa João Paulo II ao país. Milhares de pessoas participaram das missas realizadas em cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador cantando “A benção João de Deus/Nosso povo te abraça/Se tu vens em missão de paz/Sê bem-vindo e abençoa esse povo que te ama”.

Para os fãs de música – especialmente do rock dos anos 60 –, nenhum evento mexeu mais com o mundo do que o assassinato de John Lennon. O ex-Beatle foi morto a tiros de revólver na porta do edifício onde morava em Nova York.

Em grave crise financeira, a TV Tupi – canal 4 de São Paulo – fechou definitivamente as portas. Foi uma grande perda para a televisão brasileira, uma vez que a Tupi foi a primeira emissora a entrar no ar no país. Pouco tempo, o canal 4 seria ocupado pela TVS (atual SBT), uma emissora do Grupo Sílvio Santos.

Uma das novidades de 1980 foi o surgimento do canal de TV norte-americano CNN – Cable News Network. A CNN foi o primeiro canal do mundo com conteúdo exclusivamente jornalístico. Ela passou a transmitir notícias 24 horas por dia, algo então impensável para a maioria das pessoas.

Milhares de pessoas lotaram o estádio do Maracanã para assistir uma apresentação do cantor norte-americano Frank Sinatra. Mas o maior vendedor de discos daquele ano foi a cantora brasileira Rita Lee. Ex-integrante do grupo Mutantes, Rita lotou casas de espetáculos com o show Lança Perfume. Suas músicas foram tema de abertura de novelas e programas de televisão. Mania de Você, Lança Perfume, Cor de Rosa Choque e Chega mais alguns dos sucesso de Rita daquele período.

Da músicas mais tocadas nas rádios, vale destacar Balancê, de Gal Costa; Another Brick in the Wall, do Pink Floyd; Momentos, de Joanna; Meu Bem Querer, de Djavan; Frevo Mulher, de Amelinha; Foi Deus Quem Fez Você, também de Amelinha; Porto Solidão, de Jessé; Geni e o Zepelim, de Chico Buarque; Noturno, de Fagner; e Moskou, do grupo Gengis Khan.

Por falar em música, não podíamos esquecer do festival MPB-80. Exibido pela Rede Globo com o intuito de reavivar os festivais da música dos anos 60, o MPB-80 fez um sucesso tremendo. Nem a Globo esperava tamanha repercussão. A música vencedora foi Agonia, de Oswaldo Montenegro. O público, no entanto, caiu de paixão por outras duas concorrentes: Foi Deus Quem Fez Você, de Amelinha, e Porto Solidão, interpretada por Jessé.

Enquanto a concorrente Tupi virava escombros, a Globo vivia o apogeu. Muitas das suas mais lendárias produções foram lançadas em 1980. Foram os casos do programa matinal TV Mulher, do musical A Arca de Noé e do seriado O Bem-Amado. O TV Mulher era um programa totalmente dedicado ao público feminino, especialmente donas de casa. Tinha a música Cor de Rosa Choque, de Rita Lee como tema de abertura. A apresentação ficou a cargo de Marília Gabriela e Ney Gonçalves Dias. A TV Mulher apresentava quadros sobre moda, com Clodovil Hernandez, beleza, com Ala Zserman, sexo, com Marta Suplicy e horóscopo, com Leiloca (cantora do grupos As Frenéticas).

Também chamado na emissora de Vinícius para Crianças, o musical A Arca de Noé reuniu diversos cantores da MPB para interpretar poemas de Vinícius de Moraes, morto em julho daquele ano. O musical virou disco um disco de grande vendagem e inspirou outros projetos semelhantes.

Com os atores Paulo Gracindo e Lima Duarte como protagonistas, a série o Bem-Amado foi inspirada na novela de mesmo nome, exibida anos antes pela própria Globo. Contava as trapalhadas do prefeito Odorico Paraguassu, da cidade fictícia de Sucupira (a maior obsessão de Odorico era inaugurar o cemitério da cidade). Assim como a TV Mulher e os festivais da música, O Bem-Amado foi exibido por vários anos.

O Brasil inteiro queria saber quem matou Miguel Fragonard, personagem de Raul Cortez na novela de maior audiência da virada 1979-1980: Água Viva (música de abertura: Menino do Rio, de Baby Consuelo). Sua substituta foi Coração Alado (que tinha como música de abertura Noturno, de Fagner). Outras novelas exibidas naquele ano: Olhai os Lírios do Campo, Chega mais, As Três Marias, O Todo Poderoso, A Deusa Vencida (as duas últimas exibidas pela TV Bandeirantes).

O campeão de bilheteria de 1980 foi o filme A Lagoa Azul, com a atriz britânica Brooke Shields. O segundo lugar foi para o polêmico O Império dos Sentidos, um filme com alto teor pornográfico. Além deles, os brasileiros assistiram Fama, Em Alguns Lugar do Passado (com o astro Christopher Reeves, intérprete de Superman), Touro Indomável, Xanadu, Gente como a Gente, Disque M para Matar e Sexta-feira 13.

Entre os filmes brasileiros, vale destacar Bye Bye Brasil, de Cacá Diegues. Vale também lembrar de A Idade da Terra, de Glauber Rocha. Filmes com os comediantes do programa dominical Os Trapalhões levam milhares de crianças aos cinemas. Foi o caso de Os Mosqueteiros Trapalhões.

Beneficiado com a Lei da Anistia, o ativista político Fernando Gabeira causou furor nas praias (veja adiante) e livrarias brasileiras. Dois livros de sua autoria estiveram entre os mais vendidos naquele período: O Que é Isso, Companheiro? e O Crepúsculo do Macho. Os lançamentos de maior aceitação nas bancas de jornais foram as coleções em fascículos Nosso Século e Vida Íntima, ambas da Abril Cultural.

Mil novecentos e oitenta foi o ano dos modismos. Foram tantas as modas, os modismos e as manias que é impossível citar uma por uma. Uma delas foi o windsurf (pranchas com velas que apareceram até na abertura da novela Água Viva) e a outra, os patins com quatro rodinhas. Até Rita Lee apareceu patinando no vídeo clipe da música Lança Perfume. Olivia Newton-John também dançou sobre quatro rodinhas no musical Xanadu.

Os modismos mais polêmicos foram a tanga e o topless. De repente, alguns homens apareceram nas praias usando minúsculos peças no lugar do calção – um deles foi o ativista Fernando Gabeira. O escândalo foi enorme. As mulheres dispensaram os sutiãs e apareceram nas areias cariocas sem a parte de cima. Outro escândalo de grandes proporções. Até a Igreja Católica protestou. Várias mulheres sofreram agressões físicas. As tangas e os topless desapareceram das praias num piscar de olhos.

Entre as meninas, o que pegou mesmo foram as sandálias plásticas Melissa. Cinzas, rosas, roxas ou incolores, a Melissa era uma sandália transparente fabricada pela Grendene. Ela chegou a virar peça de colecionadoras. Com a aceitação do mercado, a Grendene lançou diversas linhas de produtos com a marca Melissa.

Os meninos curtiram especialmente a bicicleta BMX, da Monark. Os brinquedos Genius e Ar-Tur (um robozinho ativado via controle remoto) também fizeram bastante sucesso entre eles. Os mais velhos gostaram especialmente dos fascículos sobre sexo Vida Íntima.

Não podemos esquecer do álbum de figurinhas A Turma do Paulistinha, um mega-sucesso no estado de São Paulo. Lançado pela Secretaria da Fazendo do estado, o álbum não precisava ser comprado. Bastava juntar um determinado valor em notas fiscais para trocá-las pelo álbum ou pelas figurinhas. E o que é melhor: os colecionadores podiam ganhar prêmios, que iam de jogos de tabuleiro a automóveis.

12/03/2018

A IRRESISTÍVEL MISTURA DE FICÇÃO CIENTÍFICA E SUSPENSE EM ALIEN - O OITAVO PASSAGEIRO


 
O diretor britânico Ridley Scott tornou-se mundialmente famoso graças a filmes como Alien, Blade Runner, Thelma & Louise, Gladiator e Perdido em Marte.
Alien e Blade Runner são de longe os trabalhos que mais repercutiram, e hoje nós vamos falar especialmente sobre o primeiro.
Chamado no Brasil de Alien – o Oitavo Passageiro, essa produção possui Sigourney Weaver, Veronica Cartwright e Harry Dean Stanton, entre outros, no elenco. Foi mundialmente lançado em 1979, com um orçamento de apenas 11 milhões de dólares.
A mistura de ficção científica com suspense agradou crítica e público, tornando Alien um dos filmes mais premiados na época em que foi lançado. Ridley Scott chegou a ganhar o Oscar de melhor direção e Veronica Cartwright, o de melhor atriz coadjuvante.
Alien conta a história da tripulação da nave Nostrodomo, enviada a outro planeta com o objetivo de explorar seus minérios. No retorno para a Terra, a tripulação recebe a mensagem de uma nave desconhecida. Determinada a descobrir a sua origem, eles pousam num planeta desconhecido e descobrem uma espaçonave alienígena com uma criatura com o abdômen dilacerado. Um dos tripulantes descobre uma câmara, onde uma espécie de ser desconhecido gruda em seu rosto. A tripulação até que consegue retirar aquela coisa estranha do rosto do amigo, mas têm uma enorme surpresa quando este passa mal e tem convulsões. Seu abdômen estoura e dentro dele sai uma criatura que passa a perseguir os demais tripulantes. O detalhe é que a criatura cresce rapidamente, tornando-se uma entidade assustadora.
O responsável pelo “design” da criatura foi o ilustrador suíço H. R. Giger, famoso naquela época por suas ilustrações que remetem a filmes de terror e ficção científica. Ele também foi responsável por inúmeras capas de discos e pôsteres sobre os mesmos temas.
A subcomandante Ripley foi o primeiro papel principal de Sigourney Weaver no cinema. Na época, ela era mais conhecida como atriz da Broadway.
O impacto de Alien – o Oitavo Passageiro motivou os executivos de Hollywood a lançaram diversas continuações e “prequências”, entre as quais Aliens – o Resgate. Com a mesma Sigourney Weaver no papel de Ripley, Aliens fez um sucesso estrondoso nas bilheterias.
Alien – o Oitavo Passageiro tornou-se ainda álbum de figurinhas, capa de caderno, livro, jogos, brinquedos... gerou uma quantidade de produtos superada apenas por outro grande sucesso do cinema daquela época: Star Wars.
O último filme da franquia Alien foi Nostromo, lançado pelo próprio Ridley Scott em 2012.

11/03/2018

O DIA A DIA DE UMA PRODUTORA DE TV NA INESQUECÍVEL SÉRIE MARY TYLER MOORE


 
Se você acompanhou as séries de TV exibidas durante os anos 1970, deve se lembrar de clássicos como Os Waltons, O Homem de Seis Milhões de Dólares, A Feiticeira, Jeannie é um Gênio e Mary Tyler Moore.
Caso tenha de Mary Tyler Moore, deve talvez lembra-se da cena em que ela joga sua boina para o alto. Trata-se, afinal de contas, de uma das cenas mais icônicas da história dos seriados de TV.
Mary Tyler Moore – ou The Mary Tyler Moore Show, no original – teve a transmissão original exibida nos Estados Unidos entre setembro de 1970 e março de 1977. Foram sete temporadas com 168 episódios  de 30 minutos.
A série contava a história de Mary Richards, uma jornalista bem-sucedida e solteirona que trabalhava como produtora de TV. Tudo começa quando, após romper um noivado de dois anos, ela se muda para a cidade de Minneapolis, em Minnesota, onde recebe a proposta para dirigir um programa jornalístico chamado Six O’Clock News.
Curioso é que Mary Tyler Moore era uma espécie de spin-off de The Dick Van Dyck Show, uma das mais consagradas séries dos anos 60. Outra curiosidade diz respeito às personagens Phyllis e Rhoda, melhores amigas de Mary, que ganharam suas próprias séries. Lou Grant, outro personagem, também protagonizou seu spin-off próprio.
James L. Brooks, produtor de Mary Tyler Moore, mais tarde se tornaria famoso por outro seriado de sucesso estrondoso (um dos mais bem sucedidos da história da TV): Os Simpsons.
Mary Tyler Moore faturou diversos Grammys e Globos de Ouro durante o período 1971-1975. A própria Mary faturaria o Grammy de melhor atriz em 1971.
A atriz Mary Tyler Moore fez diversos trabalhos para o cinema e TV, inclusive como produtora. Um dos seus últimos trabalhos foi uma aparição no seriado That’s 70 Show. Morreu em 2017, aos 80 anos, vítima de uma pneumonia.

09/03/2018

VOCÊ SE LEMBRA DO PROGRAMA AMARAL NETTO, O REPÓRTER?



Fidélis dos Santos Amaral Netto foi um político e jornalista brasileiro nascido em 1921 e falecido em 1995.
Exerceu mandatos políticos pelo estado do Rio de Janeiro durante as décadas de 1970, 1980 e 1990, mas só se tornou nacionalmente conhecido em virtude seu programa Amaral Netto, o Repórter.
Transmitido inicialmente pela extinta TV Tupi, o Amaral Netto, o Repórter estreou em 1968. Logo passou a ser transmitida pela Globo, onde permaneceu até 1981.
Amaral Netto, o Repórter era um programa nacionalista com reportagens sobre as tradições, os costumes e as paisagens do Brasil. De vez em quando, transmitia reportagens sobre projetos do antigo governo militar (com o detalhe de que Amaral Netto foi durante muito tempo filiado à Arena, o partido governista da época). Havia um certo ufanismo em relação à grandiosidade do país, bem como suas qualidades.
Os fãs de Amaral Netto podiam acompanhar reportagens sobre o folclore do Maranhã, o arquipélago de Fernando de Noronha e a construção da rodovia Transamazônica. Um dos trunfos do programa era que ele costumava explorar lugares desconhecidos da maioria dos brasileiros. Isso não significava que era totalmente dedicado aos temas nacionais. De vez em quando, Amaral Netto produzia reportagens gravadas no exterior. Num dos episódios mais memoráveis, ele visitou um vilarejo na Etiópia onde teria se originado o café, e entrevistou Hailê Selassie, o lendário líder etíope.
O programa tinha uma hora de duração. Foi inicialmente transmitido aos domingos e, logo em seguida, nos finais das noites de sábado.
Uma curiosidade: Amaral Netto, o Repórter foi o primeiro programa fixo da Rede Globo exibido em cores, em 1972.

08/03/2018

SAILOR MOON, A SUPER-HEROÍNA ADOLESCENTE QUE CONQUISTOU A GAROTADA DOS ANOS 90

 
 
No rastro do mega-sucesso Cavaleiros do Zodíaco, a TV Manchete resolveu lançar outras produções animadas japonesas, entre as quais Sailor Moon. Claro que a loirinha Serena não fez tanto sucesso assim, mas angariou uma multidão de fãs.
Sailor Moon é baseado no mangá de mesmo nome (na verdade, era Pretty Guardian Sailor Moon), roteirizado e desenhado por Naoko Takeuchi. Detalhe: ele foi inspirado em outro mangá do mesmo autor, chamado Sailor V.
Pois Sailor Moon conta as aventuras de Serena Tsukino, que “em nome da Lua” transformava-se na heroína Sailor Moon. A palavra “sailor” – ou “marinheiro”, em português –, devia-se ao uniforme escolar usado pelas garotas japonesas. De início, ela agia sozinha, mas, com o decorrer da série foi ganhando a companhia de outras “sailors”: Sailor Jupiter, Sailor Venus, Sailor Mars e Sailor Mercury, além do misterioso personagem Tuxedo Mask.
A história começa quando a adolescente Usagi Tsukino (que no Brasil recebeu o nome de Serena, cabe mais uma vez lembrar), encontra Luna, uma gata com poderes mágicos. Esta revela que Usagi é, na verdade, uma guerreira mágica destinada a proteger a Terra dos poderes do mal. Um dos maiores inimigos de Usagi/Serena e Luna é o Reino Sombrio, que outrora havia destruído o Reino da Lua.
A série misturava elementos japoneses com mitologia grega, astronomia, astrologia e outros. Tinha um certo aspecto surreal, mas agradou em cheio a garotada dos países onde foi exibida.
O principal trunfo de Sailor Moon é que ela não fez sucesso apenas entre as meninas, mas entre os garotos. Centenas de produtos derivados foram lançados no Brasil e restante do mundo (uma observação: de início, os brinquedos não tiveram muita popularidade por aqui). O país com maior número de produtos foi de longe o Japão. Interessante é que até um musical e uma peça de teatro com os personagens foram lançados em live action.
No Brasil, Sailor Moon foi exibida por diversas emissoras além da Manchete. Podemos de certa forma dizer que marcou a geração anos 90. É impossível para a garotada daquela época esquecer Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco, Yu-yu Hakusho e outros desenhos japoneses.
Obs: a capa do DVD acima é de Sailor Moon S, uma continuação da história original.