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31/05/2017

50 ANOS DE SGT. PEPPER'S LONELY HEARTS CLUB BAND, O MAIS INFLUENTE DISCO DOS BEATLES



O Sgt. Pepper’s foi o primeiro álbum com capa dupla, encarte com fotos e letras de música da história. Ele foi lançado em 1967, há exatos 50 anos. Para lembrar o cinquentenário desse que foi o mais influente álbum do grupo, veja mais algumas curiosidades sobre ele.

Sgt. Pepper’s foi a mais longa gravação do grupo. Para concluí-la, ela levou 700 horas ou 29 dias da vida dos quatro rapazes de Liverpool.

A faixa A Day in the Life contou com a participação de 41 músicos da Filarmônica de Londres, todos em traje de gala.

Lennon e McCartney só não participam do vocal principal de duas faixas: With a Little Help from my Friends, interpretada por Ringo Starr, e Within you Without you

Passados apenas três dias do lançamento do álbum, o trio Lennon, McCartney e Harrison foi assistir em Londres a um show de um guitarrista norte-americano que dava muito o que falar: Jimi Hendrix. E para surpresa de todos, Hendrix abriu a apresentação com uma versão da música título do álbum.

A arte da capa foi executada pelo artista plástico Peter Blake e feita em cima de uma ideia de Paul McCartney.

Você é capaz de identificar as 70 personalidades que aparecem na capa de Sgt. Pepper’s? Eis algumas: Bob Dylan, Edgar Allan Poe, William Burroughs, Marylin Monroe, Karl Marx, Mae West, Carl Gustav Jung, George Bernard Shaw, Oscar Wilder, Marlon Brando, H. G. Well, Aldous Huxley, Albert Einstein, Oliver Hardy e Stan Laurel.

Logo após lançada, Lucy in the Sky with Diamonds gerou controvérsias em virtude de uma suposta alusão ao uso de drogas. Os detratores eram da opinião de que as iniciais do nome da música formava a sigla LSD, a droga da moda naquela época.

O fóssil do que seria o primeiro hominídeo, um Australopitecos encontrado na África em 1 974, recebeu o nome de Lucy em alusão à famosa música dos Beatles.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band permaneceu 27 semanas no topo dos álbuns mais vendidos do Reino Unido e 15 dos Estados Unidos.

Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band foi considerado pela revista Rolling Stone o melhor disco de todos os tempos. O que é interessante é que a listagem dos melhores feita pela revista possuía nada mais, nada menos que 500 álbuns.

O álbum recebeu quatro prêmios Grammy em 1 968, incluindo na categoria melhor álbum. Foi o primeiro disco de rock a receber tal prêmio.

Fonte: Mais Que Curiosidades

30/05/2017

13 CASAIS DA VIDA REAL QUE FIZERAM PAR ROMÂNTICO EM NOVELAS

 

Os atores Glória Menezes e Tarcísio Meira (imagem acima, em capa da antiga revista O Cruzeiro) casaram-se em 1962, quase na mesma época em que atuaram como par romântico na novela 2-5499 Ocupado. Eles trabalharam juntos em mais 16 novelas e um seriado muito: Tarcísio e Glória. Com o próprio nome indica, também formaram par nesse último. Mas não foram o único casal da vida real a fazer dupla romântica nas telinhas. Outras atrizes e atores também tiveram romances no mundo da TV ou simplesmente atuaram juntos. Veja quem são:

Dina Sfat e Paulo José: atuaram nas novelas Assim na Terra Como no Céu (1970) e O Homem que Deve Morrer (1971).

Nicette Bruno e Paulo Goulart: fizeram par romântico em Fantoches (1967).

Eva Wilma e Carlos Zara: Mulheres de Areia (1973), Barba Azul (1974), O Julgamento (1976), Elas por Elas (1982) e Pátria Minha (1994).

Bruna Lombardi e Carlos Alberto Riccelli: Aritana (1978), Louco Amor (1983) e a minissérie Um Homem Muito Especial (1980).

Fábio Jr. e Glória Pires: Cabocla (1979) e Louco Amor (1983).

Vera Fischer e Felipe Camargo: Mandala (1987).

Lídia Brondi e Cássio Gabus Mendes: Vale Tudo (1988), Tieta (1989) e Meu Bem, Meu Mal (1990).

Letícia Sabatella e Ângelo Antônio: O Dono do Mundo (1991).

Cláudia Raia e Edson Celulari: Sassaricando (1987), Deus nos Acuda (1992) e Torre de Babel (1998).

Júlia Lemmertz e Alexandre Borges: Guerra sem Fim (1993), Quem é Você (1996), Zazá (1997) e Celebridade (2003).

Letícia Spiller e Marcelo Novaes: Quatro por Quatro (1994).

Giovanna Antonelli e Murilo Benício: O Clone (2002).

Fonte: Mofolândia – Vol, G1.

23/11/2014

CURIOSIDADES SOBRE A HILÁRIA SÉRIE AGENTE 86

O episódio piloto da série Agente 86 foi recusada pela emissora de TV norte-americana CBS. Motivo: os executivos não simpatizaram com a intenção de um dos vilões de explodir a Estátua da Liberdade.

A série foi ao ar nos Estados Unidos pela NBC entre 1965 e 1970. No Brasil, passou a ser exibida em 1966. De lá para cá, foi reprisada diversas vezes, tantos nas emissoras abertas quanto nas pagas.

O nome da agente 99 nunca foi revelado. Num dos poucos episódios em que afirma ter um nome, ela disse ser Susan Hilton – o que se revelou uma identidade falsa.

Antes de se tornar famosa como a personagem Agente 99, a atriz Barbara Feldon era conhecida por ganhar um programa de perguntas e respostas sobre a vida do dramaturgo britânico William Shakespeare. Ela também foi miss e participou de alguns papeis na TV.

Os reais significados dos nomes da Control e da Kaos, agências inimigas de Smart, também nunca foram revelados.

Maxwell utilizou ao longo do seriado o total de 198 equipamentos secretos, sendo o mais famoso o sapato telefone.

Os agentes 86 e 99 terminam juntos no ultimo episódio. Eles tem um casa de gêmeos.

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08/07/2010

DESCUBRA ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE O CHAVES


O nome original do seriado é El Chavo de Ocho. Segundo a proposta dos criadores da série, Chaves viveria no número oito da vila onde moram os personagens. O apartamento oito, porém, nunca apareceu. O barril seria o local onde Chaves se esconderia, e não a sua morada.

Na gíria mexicana, chavo significa “garoto travesso”.

Criador do seriado, o ator, roteirista e comediante Roberto Gómez Bolaños é sobrinho do ex-presidente do México Gustavo Díaz Ordaz Bolaños.

Roberto Bolaños é chamado no México de Chespirito, uma forma “castelhanizada” e diminutiva de Shakespeare.

Bolaños casou-se em 2004 com a atriz Florinda Mesa (Dona Florinda), com quem vivia há 27 anos.

Antes de trabalhar na TV, Roberto Bolaños tentou ganhar a vida como jogador de futebol.

O primeiro episódio de Chaves foi transmitido pela TV Mexicana em 1971. Na época, Chaves era um quadro do programa Chespirito.

Chapolin, na verdade, é um gafanhoto (chapulin). Essa espécie de gafanhoto é comido frito no México.

O nome original de Seu Madruga é Seu Ramón e de Chiquinha é Chilindrina.

O automóvel do Sr. Barriga é uma Brasília, carro inteiramente desenvolvido no Brasil pela Volkswagen.

O personagem interpretado pelo ator Carlos Vilagrán se chamava Quico. Mas como ele era uma criação de Roberto Bolaños, ao sair da série, Vilagrán foi obrigado a registrá-lo como Kiko.

Maria Antonieta de Las Nieves, a atriz que interpretava Chiquinha, foi processada por Roberto Bolaños por causa de um seriado de Chiquinha (“Aquí está la Chilindrina”, no original). Bolaños é quem detém os direitos sobre os personagens.

Quico participou pela última vez do seriado nos episódios de Acapulco, transmitidos originalmente em 1978.

Roberto Bolaños e Carlos Vilagrán ficaram 20 anos sem se falar. Ambos só voltaram a se falar durante um programa da Televisa exibido em 2000 em homenagem a Roberto Bolaños.

Calcula-se que foram gravados mais de 1.000 episódios do Chavez durante o tempo em que o seriado foi produzido (de 1971 a 1992). Apenas 137 são exibidos atualmente pelo SBT.

A “música-tema” de Dona Florinda e Professor Girafales, tocada sempre que ambos se encontram, é originalmente da trilha sonora do filme E o Vento Levou…

A avó de Chiquinha apareceu no seriado para substituir o personagem Seu Madrugada, interpretado pelo ator Ramón Valdéz, que faleceu vítima de câncer.

Ramón Valdéz faleceu em 1988 e Angeline Férnandez, a Bruxa do 71, em 1994

Chavez estreou no Brasil dentro do programa do Bozo. Na época, a TVS/SBT tinha apenas 17 episódios para serem exibidos.

Chavez, que já foi exibido em 90 países, é atualmente exibido em 20.